MARKETING E MODELO DE NEGÓCIOS: 3ª SEMANA DO EDITAL DA STARTLAW

O 3° Edital de Aceleração de Novas Ideias, realizado pela StartLaw, já completa um mês de programação de mentorias para novos empreendedores que desejam ver seu negócio sair do mundo das ideias e se fortalecer no mercado. As últimas duas semanas foram recheadas de assuntos como marketing e modelos de negócios, assuntos absolutamente pertinentes quando se fala em aceleração e crescimento de empresas.

 

Na primeira semana de setembro tivemos a Adalci Righi, Diretora de Relações Institucionais e Co-founder da Logpyx, falando sobre Marketing e Vendas. Tocou em assuntos como Marketing Tradicional e Marketing Digital, transformação Digital e estratégias de Marketing Inbound e Outbound, tráfego pago e orgânico e Growth Hacking e suas métricas.

 

Quem também falou um pouco sobre estratégias de marketing foi Aurélio Araújo, COO e co-fundador da C7, na primeira mentoria da terceira semana do Edital. Aurélio contou muito sobre a trajetória da C7, mostrando todo o caminho pela visão do fundador e como o marketing funciona na prática, trazendo lições valiosas para os participantes.

 

Gustavo Luby, Co-founder & Growth da Leadster, falou mais sobre Marketing Digital, focando em Product market fit; Product Channel fit; canais, escala a curto e longo prazo e a melhor forma de utilizá-los. Contou muito de sua experiência com a Leadster, e as empresas antes dela, mostrando a importância do marketing para qualquer empresa.

 

A última mentoria da semana passada foi dada pelo Igor Klayn, sócio e CCO da Booming e pela Juliana Oliveira, analista financeira na Booming, sobre “Modelos de Negócio”. Entregaram uma mentoria completa sobre Business Model Canvas, criação, captura, e entrega de valor ao cliente, tipos de segmento, proposta de valor, canais, recursos, parcerias e estrutura de custo.

 

 

Mais duas semanas de muito conteúdo e aprendizado, já sendo possível perceber o nítido amadurecimento dos participantes desde seu início.

 

Definitivamente, se mostra inspiradora a vontade de crescer de cada uma das empresas que estão percorrendo a trilha do 3º Edital. Que venham mais semanas como essas pela frente, porque as que já tivemos foram, com certeza, engrandecedoras.

 

 

Compartilhar:

WhatsApp
LinkedIn
Twitter
Facebook

Mais artigos

ENTRE TOKENS E EDUCAÇÃO: REFLEXÕES DE AGOSTO SOBRE REGULAÇÃO, WEB3 E INCLUSÃO

Agosto foi marcado por dois movimentos de grande impacto no setor financeiro e de inovação. De um lado, o Banco Central trouxe novas regras para as fintechs, ampliando os requisitos de capital e governança. Essas mudanças refletem a maturidade alcançada pelo setor, mas também a pressão crescente causada por fraudes e ataques que vêm testando a resiliência do sistema. Como comentei recentemente, a autoridade monetária reforça seu papel de guardiã da confiança.

QUANDO O ASSUNTO É IA, SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ OLHANDO PARA O LUGAR CERTO?

Na pressa de adotar a inteligência artificial, muitas empresas estão mirando direto no que brilha — e ignorando o que realmente sustenta a transformação. Uma metáfora da astronomia ajuda a enxergar o que está faltando

Empresas das mais diversas áreas estão anunciando estratégias de inteligência artificial com entusiasmo, urgência e, muitas vezes, pouca reflexão. O desejo de parecer moderno, competitivo e “em dia com o futuro” tem feito com que a adoção da IA aconteça de forma apressada, guiada por tendências de mercado e pressão por inovação.

DIFERENÇAS TÉCNICAS E ESTRATÉGICAS AO UTILIZAR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Desde a popularização dos grandes modelos de linguagem (LLMs), como o ChatGPT, uma dúvida recorrente em equipes técnicas, jurídicas e de produto é: o idioma do prompt interfere no desempenho da IA? A resposta é afirmativa e não se trata apenas de nuances linguísticas ou preferências estéticas. O idioma impacta diretamente o custo, a velocidade e a qualidade da resposta.

ALÉM DO HYPE: COMO A IA E O BLOCKCHAIN ESTÃO CONSTRUINDO CIDADES MAIS INTELIGENTES E REAIS

Por anos, fomos bombardeados com promessas de como a tecnologia iria revolucionar nossas cidades. Termos como “blockchain”, “inteligência artificial” (IA) e “cidades inteligentes” apareceram em campanhas de marketing, conferências e painéis futuristas. Mas a realidade parecia sempre distante: muitas dessas ideias soavam mais como ficção científica do que como soluções para os desafios reais que vivemos todos os dias nas cidades.

Idioma »